
O objetivo desse estudo foi avaliar o índice de automedicação infantil nas cidades de Santos e São Vicente. Para tanto foram avaliadas em duas drogarias de cada respectivo município crianças de 0 a 15 anos de idade (n=168). Os dados foram coletados através de questionário fechado aplicado aos responsáveis e/ou cuidadores e tabulados através de planilhas no programa Excel®. A prevalência de automedicação foi de 104 (62%). Quanto aos motivos que levaram à automedicação, destacou-se a febre com 38 (23%) e a classe terapêutica mais utilizada foi a dos medicamentos que atuam no sistema músculo-esquelético. Concluímos que a automedicação na região é incisiva e pode acarretar problemas sérios para a saúde pública, e por isso se faz necessária uma intervenção farmacêutica no sentido de prevenir essa conduta errônea e perigosa.
Farmacologia; pediatria; automedicação.