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  Histórico

Fundado no final dos anos 60, direcionando-se então ao questionamento dos poderes investidos nas ditaduras que qualificavam este período, e em defesa das liberdades individuais. Neste período, destacam-se as seguintes montagens teatrais: “A CASA DE BERNARDA ALBA” (Frederico Garcia Lorca), “AS TROIANAS” (Eurípedes) e “A REVOLUÇÃO DOS BICHOS” (George Orwell), todas sob a direção de André Luiz Galesso Machado.

No início dos anos 70, então sob a direção de Marco Antônio Rodrigues, o TEP, ainda norteado pelas mesmas convicções políticas, realiza as montagens “O GRAN VIZIR” (René de Abaudiá) e “CAPITÃES DE AREIA” (Jorge Amado). Com a primeira, foi vencedor (1º lugar) do Festival Internacional de Cervantino (México), conquistando ainda, neste festival, o prêmio de melhor interpretação feminina para Nanci Alonso.

Nos anos 80, por iniciativa de Nanci Alonso, o grupo articula-se com a preocupação de apoiar movimentos de vigilância aos bancos de sangue no Brasil, denunciando, a partir do seu fazer teatral, o descaso dos governos sobre a questão da qualidade do sangue no país e o avanço da Síndrome da imunodeficiência Adquirida (AIDS). Destaca-se neste período a montagem da revista do HENFIL, homenageando o colunista recém-falecido, e ensejando a criação do GAPA - Baixada Santista (Grupo de Apoio à Prevenção à AIDS), posição mantida até meados dos anos 90.

Nos anos 90, sob a direção de Gilson de Melo Barros, o TEP associou-se à UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA, criando um núcleo de experimentação teatral da qual participam alunos e professores de diversos cursos desta Instituição, contando ainda com a atuação de membros da comunidade.